Quem é o traficante Fiapo, preso hoje na Taquara, segundo o Portal Procurados

By | May 24, 2016

traficante-fiapoSegundo o Portal, o vagabundo conhecido como Fiapo é procurado por homicídio, tentativa de homicídio e processos relacionados ao tráfico de drogas.

Segue a ficha do bandido:

Recompensa: R$ 1 Mil
Nascimento: 21/08/1993
RG: RG Nº. (I.F.P.) 241.729.474
Natural: Rio de Janeiro – RJ
Situação: Procurado
Crimes: Homicídio Quadrilha ou Bando

1 – Homicídio Simples (Art. 121, caput – CP); Crime Tentado; Associação para a Produção e Tráfico e Condutas Afins (Art. 35 – Lei 11.343/06) N/F Concurso Material (Art. 69 – Cp); Quadrilha ou Bando (Art. 288 – CP) Facção: Comando Vermelho – CV – Função: Integrante do Tráfico de Drogas Área de Atuação: São José Operário e Bateau Mouche – Praca Seca – Jacarepaguá – RJ

Histórico: Iuri Rodrigues Ferreira, o Fiapo é ligado à facção Comando Vermelho – CV – e faz parte do tráfico de drogas que age na Praça Seca, em Jacarepaguá, Zona Norte do Rio de Janeiro.

Com território disputado há pelo menos um ano por traficantes e milicianos, as comunidades da Praça Seca, Jacarepaguá, voltaram a ser palco de disputas. O Ministério Público denunciou, pelos crimes de tentativa de homicídio, associação para o tráfico e formação de quadrilha, 11 criminosos de grupos rivais acusados de fazerem parte da guerra pelos morros São José Operário e Bateau Mouche.

Em fevereiro de 2014, o juiz Alexandre Abrahão, em exercício na 4ª Vara Criminal da Capital, recebeu a denúncia e decretou as prisões preventivas dos bandidos. Dos acusados, três são traficantes e oito, milicianos. De acordo com a denúncia, em novembro do ano passado, Fabio Alexandre dos Santos, o Fango, Iuri Rodrigues Ferreira, o Fiapo, e Paulo Vinicius de Souza Dutra, o Varnace, que são do tráfico, tentaram matar dois milicianos no São José Operário. Os integrantes do grupo paramilitar então reagiram, dando início a mais um confronto.

Pelo Banco Nacional de Mandados de Prisão – CNJ e pelo Sistema de Cadastramento de Mandados de Prisão – Polinter – consta mandado de prisão, expedido pela 4ª Vara Criminal da Capital, mandado de prisão nº: 35605-14.2014.8.19.0001.0002, datado em: 06/02/2014, com validade até: 06/02/2034: Inquérito Policial nº: 02806604/2013; Decretada a Prisão Preventiva.

Pelo Sistema de Identificação Criminal, constam três anotações: 28ª DP – 06/02/2013 – artigo 16 da Lei 10826/03, artigo 35 da Lei 11343/06; 28ª DP – 09/01/2014 – artigo 35 da lei 1134/06, artigo 121 do CP artigo 14, II do CP – aguardando – 4ª Vara Criminal da Capital e DH – 07/02/2014 – Homicídio Qualificado – artigo 121 – aguardando – 3ª Vara Criminal da Capital.

Pelo Sistema de Identificação Penitenciária, consta que o procurado já teve passagem pelo carcerário. Ele ingressou em 07/02/2013 – Penitenciária Alfredo Tranjan – SEAPAT – com transferência em 07/02/2013 para a Cadeia Pública José Frederico Marques – SEAPFM – depois indo para Presídio Evaristo de Moraes – SEAPEM, saindo em liberdade em 21/06/2013.

Pelo Sistema de Cadastramento de Ocorrências Policiais, constam: 28ª DP – 2013 – Disparo de Arma de Fogo; 285ª DP – 2013 – Quadrilha ou Bando; 28ª DP – 2013 – Associação; 28ª DP – 2013 – Homicídio; 28ª DP – 2013 – Tráfico de drogas; 28ª DP – 2013 – Porte Ilegal; 32ª DP – 2013 – Receptação; 28ª DP – 2013 – Associação e DH – 2014 – Homicídio.

cartaz-fiapoMANDADO DE PRISÃO:

Processo nº: 0035605-14.2014.8.19.0001
Tipo do Movimento: Decisão
Descrição: Recebo a denúncia. Defiro a cota ministerial. Citem-se os acusados para responderem a acusação, no prazo de 10 (dez) dias. No tocante ao pedido de prisão preventiva, formulado pelo órgão do Ministério Público, ao ensejo do oferecimento da denúncia, secundando representação da autoridade policial no mesmo sentido, em que argumenta com a presença do pressuposto atinente à garantia da ordem pública tenho que lhe assiste razão. O exame dos autos revela que os acusados, que tiveram neste ato recebida a denúncia contra eles formulada, os três primeiros, por uma tentativa de homicídio, combinado com o crime de tráfico de drogas, e os demais, pelo crime de quadrilha, são apontados como elementos com personalidade voltada ao crime, consoante se afere dos depoimentos prestados em sede policial e dos documentos colecionados nos autos, os quais os apontam, os três primeiros, como integrantes do movimento do tráfico de entorpecentes e os demais como integrantes de uma milícia, grupos dados a práticas ilícitas extremamente graves, circunstâncias que estão a recomendar a adoção da cautela, como alternativa para o resguardo da ordem pública. Disso se dessume que também a instrução criminal estará em risco, se solto estiverem os denunciados, em razão do fundado temor que estão aptos a infundir no ânimo das possíveis testemunhas que residem no local do conflito, uma vez que são apontados como integrantes do movimento do tráfico e de grupo de milicianos, conforme acima descrito, que disputam aquela área, localizada em Praça Seca, nesta cidade, e, que como é de sabença geral, provocam terror nas áreas por eles dominadas, fazendo-se necessária a adoção da medida extrema como forma de garantir a escorreita apuração dos fatos. No tocante ao pressuposto relativo à garantia da futura aplicação da lei penal, afigura-se-me bem demonstrado, haja vista a notícia nos autos de que permanece ignorado o rumo tomado pelos acusados, circunstâncias que apontam para o risco de que eles venham a foragir-se. Ora, a remanescerem eles soltos, estar-se-á inviabilizando o prosseguimento do feito, a impor sua suspensão ante a impossibilidade de suas citações pessoais, apresentando-se mais do que provável suas intenções de se furtarem indefinidamente à aplicação da lei penal, pelo que a decretação da cautela também por tal fundamento é medida que se impõe. Assim é que, presentes indícios abundantes da autoria, em que pese se tratar a prisão de medida excepcional na ordem constitucional, a qual somente se justifica para acautelar interesses que se sobrepõem ao ius libertatis do indivíduo, as circunstâncias que norteiam a apuração do fato estão a recomendar a adoção da medida de cautela, pelo que DECRETO A PRISÃO PREVENTIVA dos nacionais IURI RODRIGUES FERREIRA, , o que faço com fulcro nos arts. 311, 312 e 313, do CPP, para garantia da ordem pública, para conveniência da instrução criminal e para garantia da futura aplicação da lei penal, desde que se me apresentam fortes as demonstrações de que tal medida surge absolutamente imprescindível para resguardar os meios e os fins da presente ação penal. Expeçam-se os Mandados de Prisão respectivos com o prazo máximo de vinte (20) anos para os seus cumprimentos, bem como as comunicações devidas. P. R. I.







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