Em decisão polêmica juíza determina internação de menor transexual em unidade feminina do Degase

By | October 28, 2016

Um adolescente transexual internado na Escola João Luiz Alves do Degase solicitou ao corpo técnico da unidade que fosse ouvido por um defensor público com o intuito de pedir transferência para a única unidade feminina do Departamento. O defensor público considerou o pedido pertinente e entrou com uma ação que foi apreciada pela Doutora Lúcia Mothé, juíza da Vara de Infância e Juventude da Capital.

Em seu despacho final, a excelentíssima juíza acatou o pedido e determinou:

– a transferência do adolescente para a unidade feminina do Degase;
– que Departamento trate o adolescente por seu nome social;
– todas as revistas pessoais sejam feitas por agentes femininas.

Esta decisão está criando polêmica entre funcionários do órgao, a principal é que podemos dar um nome social para uma pessoa mas ainda não inventamos uma maneira de abolir a biologia, na prática agentes femininas estarão revistando um rapaz e isto causa constrangimento em algumas agentes e até em seus cônjuges.

Outra preocupação é a possibilidade do jovem internado engravidar uma colega de cela e a justiça responsabilizar os funcionários pelo acontecido, afinal, repetimos aqui, não abolimos a biologia.

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